Arquivo de novembro \08\UTC 2017

Nossas dicas para as férias

Capitão

Estamos no final de mais um ano e já nos surgem algumas preocupações em relação aos nossos pets. Pra quem vai viajar e não tem como levar, onde deixá-los? Pra quem quer curtir as férias com seus amigos de 4 patas, pra onde ir? Praia, cidade ou campo – com o que devemos nos preocupar? Nesse post vamos tentar ajudá-los a encontrar algumas soluções.

Para os que vão viajar sem os pets:

No caso do cão, vai depender se o seu melhor amigo está acostumado a frequentar creche/ day care e se gosta ou não de conviver com outros animais. Para os mais “caseiros”, que curtem dividir cama e sofá, recomendamos cuidadores como a galera do Dog Hero, que são pessoas como nós e vocês, que amam animais e os hospedam em seu próprio lar. Vale a pena pesquisar, ver recomendações da pessoa que irá hospedar seu cão, saber se o anfitrião tem outros animais em casa, explicar a rotina e hábitos do seu companheiro e deixar o contato do veterinário que o acompanha. Antes de deixar seu pet no período da viagem, aconselhamos a deixá-lo por um ou dois dias para testar. É uma maneira de conhecer quem irá hospedá-lo e estar por perto caso algo der errado. Antes de deixar seu pet no período da viagem, aconselhamos a deixá-lo por um ou dois dias para testar. É uma maneira de conhecer quem irá hospedá-lo e estar por perto caso algo dê errado.

Para os gatinhos, quanto menos mudarmos a rotina melhor. Os felinos, diferentemente Pipodos cães, podem ficar sozinhos por até 2 dias. Nesse caso, recomendamos que deixem sempre água fresca (de preferência bebedouros que fazem a água circular), comida suficiente e uma quantidade maior de caixa sanitárias pela casa. Gatos não gostam de sujeira e podem se recusar a usar o “banheiro” no caso do mesmo estar muito sujo.  Se tiver um amigo conhecido do bichano para ir vê-lo todos os dias, melhor ainda. Outra sugestão é contratar o serviço de um “cat sitter”. Uma dica bacana e essencial, é usar em casa o difusor de ambiente chamado Felliway. Esse produto elimina um odor similar ao odor facial do gato, que auxilia na adaptação em situações adversas,  proporcionando uma sensação de segurança e bem estar.

Para os que vão viajar com os pets:

Capitão

Antes de reservar uma pousada, casa ou hotel, cheque se seu cão e/ou gato é realmente bem-vindo, se há custo adicional e se ele pode transitar livremente pelas áreas comuns. Há casos de locais que aceitam animais, mas apenas dentro do quarto. Já outros lugares limitam o animal pelo porte. Recentemente fiz uma viagem com os meus cães para Visconde de Mauá, onde já estive algumas vezes, e chegando lá descobri que cães foram proibidos em algumas trilhas. Antes de viajar leve seu pet para uma consulta de rotina e/ou converse com seu veterinário sobre quais cuidados tomar e o que levar. É importante ter em mãos medicações que seu pet já tenha usado e que pode, eventualmente, precisar. Cães de pelo longo podem se sentir mais confortáveis com o pelo tosado. No caso dos animais que enjoam no carro, é possível medicar para aliviar o desconforto. Ah, e não deixe de checar se a vacinação e vermifugação está em dia, e levar a carteira de vacinação com você!

Praia,cidade ou campo, quais doenças prevenir?

Infelizmente alguns mosquitos servem de vetores para um monte de doenças, como a Leishmaniose (que acomete também a gente) e Dirofilariose (doença do “verme do coração”), e eles podem estar em todos os lugares. Seja na praia, na cidade ou no campo, as recomendações são as mesmas. Usar produtos que protejam seu amigo contra pulgas, carrapatos e mosquitos.

Tanto para o cão, quanto para o gato, nossa principal escolha é a coleira da Bayer Seresto. Essa coleirinha não tem cheiro, pode molhar, não é tóxica e tem sistema anti-enforcamento caso o animal se “enrosque” em algum lugar. O custo imediato pode ser um pouco mais alto, mas a coleira dura 8 meses. Vale muito a pena!

Como se divertir com seu pet (no caso o cão) na cidade de SP:

Os parques de SP são sempre os programinhas mais conhecidos e preferidos dos loucos (no bom sentido) por cães. Recomendamos sempre o uso da coleira, salvo em parques com locais apropriados e cercados, que impeçam uma fuga inesperada. É comum escutarmos de um proprietário que costuma andar com seu pet solto, que o mesmo é bonzinho e não morde. O risco é que esse cão bonzinho que não morde, pode se aproximar de um cão na coleira, que não é bonzinho e morde, e sofrer e/ou causar consequências sérias e, às vezes, fatais. Não corram esse risco. Em locais abertos mantenham sempre seu melhor amigo na coleira. Durante o passeio, preste atenção na respiração do cão e ofereça água com frequência. Em época de calor é muito comum atendermos pacientes com hipertermia (aumento de temperatura corpórea, que pode ser fatal) e manifestações respiratórias, especialmente nos cães braquicefálicos (Bulldog, Pug, Boxer, Boston Terrier, entre outros).

Snow, no Le Pain Quotidien

Muitos bares, cafés e restaurantes aceitam animais de estimação. Portanto, dá para estender a programação com seu melhor amigo. Algumas opções que gosto: Pé no Parque, Le Pain Quotidien (para um bom café da manhã), Cadillac Burger na Mooca e os restaurantes da Praça Benedito Calixto.

Para os mais aventureiros e que gostam de SUP (Stand Up Paddle), um lugar bacana para remar com seu melhor amigo é o SUPorte, no Riacho Grande. O lugar é super bonito e arborizado. Além da remada, dá pra fazer picnic e até um churrasquinho às margens da represa.

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